As Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva do Ipas contêm recomendações clínicas actualizadas e baseadas na evidência sobre serviços de cuidados completos de aborto, com novos temas e recursos adicionados regularmente. As Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva fornecem informação concisa e fácil de ler sobre os serviços de aborto, combinando a evidência mais recente com as lições aprendidas dos profissionais de saúde a nível mundial para produzir recomendações clínicas relevantes.
Quem deve usar este recurso
Publicadas pela primeira vez em 2013, as Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva foram concebidas originalmente como um recurso clínico actualizado e baseado na evidência para o pessoal do Ipas. Ao longo do tempo, a publicação também foi útil para:
- profissionais clínicos que prestam serviços de aborto
- profissionais clínicos e de saúde pública que trabalham com protocolos de cuidados de saúde ao paciente em sistemas de saúde públicos e privados
- defensores do aborto seguro e formuladores de políticas que criam leis e políticas que garantem o direito das pessoas mulheres, raparigas e pessoas grávidas à saúde
O que há de novo nesta revisão
Nesta edição das Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva, apresentam-se recomendações actualizadas e baseadas na evidência sobre mais de 40 temas relacionados aos serviços de aborto. Durante a actualização de 2026, revimos a literatura recentemente publicada relacionada com todos os temas abordados neste documento e actualizámos as nossas recomendações, dicas de “Na prática”, resumos de evidências, ferramentas e recursos clínicos, de modo a reflectir os dados clínicos mais recentes relacionados com os cuidados completos de aborto.
A versão online das Actualizações Clínicas (www.ipas.org/clinicalupdates) contém as recomendações incluídas neste manual juntamente com menus suspensos fáceis de usar para ajudar os leitores a navegar rapidamente para a informação de que precisam. Ambas as versões online e impressa/PDF estão também disponíveis em espanhol, francês e português.
Por fim, reconhecendo que as pessoas que se identificam como transgénero, não-binárias, fluidas em termos de género e outras identidades de género podem experimentar a gravidez e o aborto, tentámos incorporar uma linguagem inclusiva em termos de género nesta revisão das Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva. A maior parte da evidência disponível sobre cuidados de aborto foi realizada em populações de mulheres cisgénero; quando estudos específicos incluídos nas Actualizações Clínicas em Saúde Reprodutiva descrevem os participantes do estudo como “mulheres”, também usamos o termo “mulheres” de forma a sermos consistentes com o que é reportado. Nas nossas discussões sobre o aborto em geral, e quando nos referimos a todos os indivíduos com diversidade de género que necessitam de cuidados de aborto, usamos os termos “pessoas”, “indivíduos”, “quem procura aborto” ou outra linguagem que inclua o género.
